
Dia dos namorados Vintage Glasses
Redação: Rebeca Rocha
Dir. de Arte: Alex Spirro
sábado, 24 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Tudo é relativo.
Por Rebeca Rocha0 comentaram Marcadores: Pensando
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
A hora da estrela.
Por Rebeca Rocha2 comentaram Marcadores: Pensando
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Seu nome.
Por Rebeca RochaSeu nome tem um quê de mistério, um quê de contente. Um tipo de química efervescente que acontece toda vez que meus olhos reagem ao vê-lo escrito em algum lugar.
De repente anseio que ele me diga mais do que apenas um conjunto de letras. Desejo que ele me fale sobre você. O que pensa, sente, faz. Desejo que, como só o inexplicável sabe, os simples contornos das letras me transportem pra longe daqui. Pra perto de ti.
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Qualidade de quê?
Por Rebeca RochaPassageiro é pagante e não faz favor algum. Pelo contrário, está no direito de cobrar por um serviço que, no mínimo, lhe deveria ser prestado de forma eficiente, e não vergonhosa. E não falo apenas pelo fato do ônibus que eu peguei hoje ter precisado de “um tombo” pra pegar, mas também por outros que não têm bancos, ou que os tem rasgados, que o sinal para parada não funciona e tantos outros problemas de um veículo sucateado. Infelizmente, essa é a situação de uma cidade que é tida como capital da “qualidade de vida”, mas que também é dona de um dos piores sistemas de transporte público do país. E se esse é apenas “um dos”, eu não consigo nem imaginar a situação do que é “o pior”.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Do fuso-horário-biológico às avessas
Por Rebeca RochaEntão,
Nessa minha longa noite de feriado, superei as festas juninas que tão acontecendo na capital (porque o bom mesmo está no interior, e infelizmente só pude ir na sexta... Muito bem aproveitada, por sinal!) e resolvi ler uns blogs que sigo, coisa que há muito não fazia.
Uma postagem me fez parar e refletir sobre a minha desimportância com datas e se isso pode me prejudicar de alguma forma (ou não). Dizia assim: “aniversário do blog e etc”. E foi um estalo para eu de repente perceber que não faço nem ideia de quando comecei a escrever aqui, nem de quando foi a última vez que o fiz. Simplesmente faço login e escrevo, não me apego à data do último texto, mesmo porque nem sempre posto no mesmo dia que escrevo...
Até aí, acho que nenhum prejuízo. Chato mesmo é não lembrar o aniversário de pessoas próximas, da data limite para entregar trabalhos e efetuar pagamentos, do dia que é feriado (ou porque é feriado...). Isso tudo acarreta constrangimento, juros, falta de nota, confusão, e aqui o déficit preocupa. Dia desses não fui pra aula simplesmente porque achei que era quarta-feira. Era quinta. Noutro, quase não fui pro trabalho achando que era feriado. O feriado seria só no dia seguinte. No caso, hoje - que eu já tava achando que era domingo. Enfim, desorientações à parte, datas nunca foram meu forte e creio que nunca vão ser... Meu relógio biológico é desprogramado e quando sintoniza é no fuso-horário japonês, fazer o que, né? :)
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Últimas ações antes do amanhã
Por Rebeca Rocha3 comentaram Marcadores: Pensando
sexta-feira, 8 de maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Só de sacanagem.
Por Rebeca RochaMeu coração está aos pulos!
Quantas vezes a minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro,
do MEU dinheiro, do NOSSO dinheiro, que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar nosso nariz.
Meu coração tá no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó, e os justos que os precederam. “Não roubarás...”. Devolva o lápis do coleguinha, esse apontador não é seu, minha filha.
Pois bem. Se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora vou sacanear. Mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem. Dirão: “Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba”. E eu vou dizer “Não importa, será este o meu carnaval”. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar a limpo a quem a gente deve, e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambau. Dirão: “É inútil. Todo mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal” e eu direi: “Não admito! Minha esperança é imortal, e eu repito, ouviram? IMORTAL”.
Sei que não dá pra mudar o começo, mas se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
Elisa Lucinda
Em tempos de pouca conversa e muita injustiça, acho pertinente o texto forte e sincero, diga-se não de passagem, quase um grito pelo fim da impunidade e início mudança. Mesmo que seja só do final, ao menos ele valerá a pena.
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quinta-feira, 19 de março de 2009
princípio, meio...fim.
Por Rebeca RochaNada é em vão. Se você perdeu o avião porque esqueceu as passagens em casa e voltou pra pegar mas não deu tempo, se tropeçou no caminho e ralou o joelho, se programou e de véspera não deu certo, tudo em um motivo. Quando não é pra ser, nem adianta. No fim das contas, somando prós e contras, o saldo é positivo.
E falando em fim,
se acabou, é porque não era amor. E se era, então aguarde o recomeço. Sabe-se lá se daqui a 3 horas, 2 dias ou 5 anos. Mas pode ter certeza que, esperando ou não, o dia chega. Porque o que é de amor não se esvai, não esfacela nem se acaba. Pode até desgastar, mas no final se reconstitui e sara das feridas. É pra ser. E, se não foi ainda, é porque não chegou o final. Por isso, e por tudo, dê o melhor de si. Não gasta nadinha de você, só acrescenta.
p.s.: dando o melhor de mim pra curar essa gripe violenta que virou bronquite. haha
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